Resenha de Sábado: O Balaiado da Gestão 23
O BANQUETE DAS RASTEIRAS: QUEM VEM COM TUDO, CAI DE COSTA!
O FEIRÃO DO DOBRO E A RASTEIRA NA SERPENTE!
Com o fantasma da derrota rondando o palácio, o Menino perdeu o juízo de vez, agora alardeia aos quatro cantos que compra qualquer apoiador da oposição pelo dobro do preço! Só que a Vila não dorme de touca e já armou o troco perfeito, a turma pega o dinheiro, faz cara de agradecida pra foto e, no segredo da urna, soca o “balão” sem dó! Enquanto isso, a Susu Serpente se acha a dona da esperteza, sem notar que a faca nas costas vem do próprio grupo, que já cozinha a rasteira nos bastidores. No fim das contas, a matriarca vai pagar o dobro só para bancar a própria queda!
O ARTISTA DA FOFOCA E O FUTURO TURVO!
E para fechar a fauna do palácio, não podemos esquecer do Enrolado das Bandas, aquele que se acha um grande “artista”, mas que na prática só domina a arte de inventar conversa fiada! Virou o braço direito do Menino para fazer o serviço sujo, criar intriga, espalhar boato e tentar queimar os opositores no gogó. Só que o povo da Vila, que já conhece a figura de longas datas, não cai na lábia desse picareta. Com um “talento” desse tamanho focado só na maldade e no puxasaquismo, o futuro do tal figurão tá mais turvo do que água de poço antigo!
COBRA NÃO TEM PERNA, MAS TEM RASTEIRA!
E nos corredores escuros do palácio, a insônia virou doença geral! A Dona Susu Serpente já não dorme um sono sossegado, porque percebeu que o seu famoso “pacote de maldades” estagnou e não assusta mais ninguém na Vila. O clima entre a súdita liderança é de puro pavor e desconfiança. O mais cômico dessa história toda é ver a turma do bafejo, tem uma corja que passa o dia ao lado da matriarca sorrindo, babando o ovo e fazendo mesura, mas é só ela virar de costas que a jararaca vira alvo! Os próprios aliados, que já não aguentam mais o veneno e a perseguição, só estão esperando o momento exato do vacilo para puxar o tapete. Afinal, na escola da peçonha, quem ensina a picar acaba picado. E como bem lembra a sabedoria do povo da Vila: cuidado, Dona Susu, que cobra não tem perna, mas cai do galho facinho quando o vento muda!
O PÂNICO NO PALÁCIO E A TRAIÇÃO DOS EDIZES!
E o terror invadiu de vez os aposentos do palácio! Vendo que a popularidade despencou no poço e que o povo não engole mais a figura do Menino de jeito nenhum, a chapa esquentou de vez. O desespero foi tanto que ele apelou pros edis, cobrando pulso firme e mandando dar pressão nos contratados para garantir os votos dos candidatos da base. Mas o pior pro Menino é ver que até a Dona Susu Serpente está pálida de aflição, andando pelos corredores com os cabelos em pé porque o circo tá desmoronando! Como já tentaram de tudo e nada funcionou, a última cartada do desespero foi abrir o cofre e apelar pro velho esquema, derramar dinheiro graúdo no povo para tentar virar o jogo de última hora. Só que a banda podre da política não tem lealdade nem a quem paga. Nos bastidores, já tem edil que ouviu a proposta do dinheiro e disparou sem pudor, “Quando essa grana cair na minha mão, eu vou é guardar tudo pra mim e quero ver o que eles vão fazer!”
E a desordem total no reino! O Menino apavorado, a Susu aflita sem saber para onde correr, e os próprios aliados contando as notas de olho na traição. Quem nasce para ser palhaço nunca governa com seriedade, e o final dessa festa vai ser um verdadeiro banquete de rasteiras!
E assim se encerra a resenha de hoje. Fiquem de olho nas cenas dos próximos capítulos, porque até o próximo sábado a Vila ainda vai dar muito o que falar!



