Resenha de Sábado: O Balaiado da Gestão 03
Crônicas de uma Gestão em Transe: Entre Valentias, Chapéus e Prateleiras Vazias
O Auto da Valentia no Palanque Alheio
A política tem dessas presepadas, o nosso ‘Bruninho Sangue-Azul’ subiu no palanque do Estado e, com uma valentia que nem o tamanho dele justifica, resolveu esculhambar os vizinhos. Esqueceu que era apenas convidado e que seus alvos são amigos do dono da festa! É o sujeito que vai pro batizado e quer dar carão no padrinho em plena pia batismal.
Mas tanta ‘brabeza’ tem motivo, é a gastura de ver o grupo adversário, que começou com um vereador e agora já tem três, crescendo feito capim no inverno. O veneno no microfone só serviu para mostrar que a dor de cotovelo está tirando o seu sono. No fim das contas, a obra é do povo, mas o ‘pantim’ e a vergonha foram por conta do menino mimado!”
O Caso do Chapéu Grande e Juízo de Passarinho
E por falar em presepada, não podemos esquecer do nosso Chico Bento, o homem que carrega um chapéu maior que o juízo. Pense num sujeito que não cansa de passar vergonha! Depois daquele vexame de indicar um aliado para a garagem e ver o patrão demitir o cabra no mesmo dia, restando ao pobre Chico as desculpas esfarrapadas diante da família do rejeitado, ele agora resolveu atacar de ‘fiscal de pedal’.
Pois não é que o ‘Homem do Chapéu’ se invocou com os próprios amigos do ciclismo? Tudo porque a turma resolveu pedalar na cidade vizinha justo no dia em que o Sangue-Azul inventou um evento na Vila do Bambu Oco. Como a bajulação corre nas veias mais que o sangue, Chico Bento achou que os amigos eram obrigados a bater continência para o chefe dele. No fim das contas, fica o Chico sozinho com seu chapéu e sua amargura, enquanto o povo pedala longe da sua ignorância.
O Duelo dos Bicudos na Vila do Bambu Oco
E o Samuka da Mídia, hein? O homem já está com o juízo tão avoado que enxerga a cadeira de prefeito no horizonte, embora a eleição ainda more lá na curva do vento. Mas a presepada maior é o duelo de titãs entre ele e o Vaqueiro do Caos: dois bicudos que não se beijam, disputando quem aparece mais no Instagram com o chapéu alheio.
É uma peleja de encher os olhos… de lágrima! Enquanto um gasta o tempo fazendo pose e articulação, esquece que as prateleiras da saúde estão mais vazias que cabeça de boneca. Do outro lado, o Vaqueiro, entre um ‘eita’ e outro, deixa a cidade num estado que nem mutirão de limpeza de 05 pessoas dá jeito. Estão aí, usando o que é público como se fosse herança, provando que na Vila do Bambu Oco, a promoção pessoal é farta, mas o serviço… ah, esse é mais difícil de achar que dente em galinha!”
E o Imaculado, sempre engomado na sua própria importância, continua vigiando o mundo por cima dos óculos, achando que a lei foi escrita só para ele ler e o povo obedecer.
No fim das contas, a Vila do Bambu Oco segue sendo o palco dessa pantomima onde a vaidade sobra e o serviço falta. Entre o brilho falso do Instagram e a poeira real das ruas, o povo vai anotando cada presepada, ciente de que o tempo é o senhor da razão e que não há chapéu nem palanque que esconda a nudez de uma gestão sem rumo. Por hoje é só, mas fiquem de olho, que nesse balaiado o que não falta é nó cego para a gente desatar no próximo sábado!



