Tragédia escolar e abandono: Por que a Prefeitura virou as costas para esta mãe?
Vereadores Estefane da Internet e Samuel Aragão rompem o silêncio e cobram a assistência que as secretarias negaram.
O que deveria ser um ambiente de aprendizado e segurança tornou-se o cenário de um pesadelo para uma família de Coelho Neto. Na Escola Benedito Duarte, um adolescente de apenas 14 anos foi vítima de um esfaqueamento brutal enquanto estava sob a responsabilidade do município.
A Gravidade dos Fatos
O jovem, que teve sua rotina interrompida pela violência, encontra-se atualmente internado em Caxias – MA. Segundo o relato desesperado de sua mãe nas redes sociais, o quadro é crítico: o adolescente perdeu um rim e sofreu perfurações graves em outros órgãos internos.
Enquanto o jovem luta pela vida em um leito de hospital, surge uma pergunta que ecoa por toda a cidade: Onde está o poder público?
O Desamparo e a Ausência de Apoio
Apesar da magnitude do ocorrido, a denúncia da família é de um completo abandono institucional. Até o momento, as secretarias de:
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Educação
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Saúde
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Assistência Social
Não prestaram o suporte necessário à mãe do jovem neste momento de dor profunda. É imperativo lembrar que, juridicamente e moralmente, a segurança do aluno é responsabilidade do Município enquanto ele estiver dentro das dependências escolares. Onde falhou a segurança? E por que, após a falha, o suporte humanitário foi negado?
Fiscalização e Solidariedade
Diante da omissão do governo municipal, os vereadores Samuel Aragão e Estefane da Internet estiveram na Escola Benedito Duarte e na Secretaria de Educação para apurar os fatos e exigir respostas sobre as falhas que permitiram essa tragédia.
Além do trabalho de fiscalização, o vereador Samuel Aragão deslocou-se até Caxias para visitar a mãe do adolescente, prestando a solidariedade e o apoio emocional que deveriam ter vindo, primeiramente, das pastas governamentais competentes.
Um Apelo a Todas as Mães de Coelho Neto
Esta matéria não é apenas a exposição de um episódio doloroso; é um alerta vermelho. Amanhã, pode ser o filho de qualquer outra família ocupando aquele leito de hospital se nada for feito.
Mãe, sinta a dor desta mãe. Imagine a angústia de enviar seu filho para a escola e recebê-lo em estado grave no hospital. É inadmissível que o governo municipal se omita diante de tamanha gravidade. A revolta não é apenas justa, ela é necessária para que a segurança nas escolas deixe de ser uma promessa e passe a ser uma realidade.




