O Procon do Maranhão denunciou distribuidoras de combustíveis à Polícia Federal. O objetivo é investigar se os recentes aumentos nos preços da gasolina e do diesel no estado são abusivos ou ilegais.
O que o Procon está pedindo?
Abertura de inquérito: Investigação policial para apurar possíveis crimes contra a economia.
Quebra de sigilo: Acesso a dados internos das distribuidoras para entender como os preços são calculados.
Explicação sobre os reajustes: O órgão acredita que o aumento nas bombas foi causado pelas distribuidoras, e não pelas refinarias.
As distribuidoras justificam a alta citando a valorização do petróleo e os conflitos no Oriente Médio.
No entanto, o Procon contesta esse argumento, afirmando que:
Não houve aumento imediato nos custos de compra nas refinarias da Petrobras.
Os preços subiram baseados apenas em uma “expectativa” de crise, o que pode configurar prática abusiva contra o consumidor.
A Justiça do Maranhão já notificou 10 distribuidoras (como Vibra Energia, Alesat e Petróleo Sabbá). Elas têm 15 dias para apresentar defesa. Caso fiquem em silêncio, a Justiça pode aceitar as acusações do Procon como verdadeiras.




