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Resenha de Sábado: O Balaiado da Gestão 13

Traição nos bastidores, justiça na folia e o sumiço do mestre do esconde-esconde!

O SANGUE-AZUL VIRA SUCATEIRO DE VOTOS

Sabendo que o povo da Vila não vai entregar a votação que ele prometeu de boca cheia aos caciques da capital, o Bruninho Sangue-Azul se viu obrigado a descer do salto e virar andarilho. O desespero bateu tão forte que o homem foi visto batendo de porta em porta na vizinhança, mendigando cada voto para tentar salvar a pele dos seus candidatos e bater a meta. O orgulho deu lugar a um sorriso amarelo de quem corre contra o tempo, pois ele sabe muito bem que se a colheita nas urnas for magra, a fatura do seu jogo duplo vai chegar cobrando juros altíssimos direto no gabinete palaciano!

A FARRA DO CIRCO SEM PÃO

O plano do Bruninho Sangue-Azul de abafar as denúncias e calar a boca do povo com festas nababescas e palcos superfaturados deu com os burros n’água. Ele só não contava que os homens da justiça estivessem de olho no Diário Oficial e passassem a caneta, dando um aviso bem direto para parar com essa gastança desenfreada. Para piorar a situação do palácio, quando os valores astronômicos das contratações vazaram, o povo da Vila ficou com o sangue fervendo. Afinal, basta dar um passo nas ruas para cair em um buraco, sem contar os postos de saúde onde falta desde dipirona até esparadrapo. A conta não fecha e a indignação geral tomou conta das calçadas, como é que sobra dinheiro para bancar festa cara, mas falta verba para tapar a buraqueira e cuidar da saúde da Vila?

O JOGO DO ESCONDE-ESCONDE E A COVARDIA POLÍTICA

O povo da Vila ficou sem entender nada nos últimos dias quando um velho aliado do Sangue-Azul andou de porta em porta na cidade e o chefe do palácio simplesmente sumiu, fingindo que o homem nem existia. O sumiço público confirmou o que todo mundo já desconfiava, o Sangue-Azul está jogando tão pesado dos dois lados que o encontro entre os dois teve que ser feito às escondidas, na calada da noite, para não estragar seus outros acordos secretos. No fim das contas, a fofuca tomou conta das calçadas com uma pergunta que não quer calar, será que até para assumir os próprios apoios e companheiros de caminhada o Sangue-Azul se mostra um tremendo covarde?

E assim fechamos a edição nº 13 da nossa resenha na Vila, onde as máscaras caem mais rápido que os carros nos buracos e o esconde-esconde político virou esporte oficial. Até a próxima semana, com mais segredos de bastidores para desvendar!

Elison Morais

Elison Morais DRT 0002386/MA Empreendedor e especialista em inovação, colaborador do Coelho Neto 360, onde atua nas editorias de Tecnologia e análise de Notícias Políticas. Produz conteúdos sobre inteligência artificial, transformação digital e acompanhamento das ações públicas, sempre com foco em transparência, responsabilidade e informação baseada em dados.

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