Resenha de Sábado: O Balaiado da Gestão 01
As Proezas e Desatinos de uma Corte de Papel em Pleno Reino do Bambu
Nota de abertura
Povo internauta, ajeite o corpo na cadeira que começou a Resenha de Sábado: O Balaiado da Gestão! Toda semana, um causo novo sobre a política, trazendo humor de primeira para uma política de quinta.
Aqui, você vai encontrar personagens que jura que conhece, em situações que o povo já está cansado de ver. É uma mistura de rir para não chorar, com tipos tão parecidos com a realidade que, se não for verdade, é castigo!
Qualquer semelhança com prefeitos playboys, secretários blogueiros ou doutores de ego inflado é pura obra do destino… ou do descaso mesmo. Se a carapuça servir, aproveite o desfile!”
O Código Lopeano
O Dr. Lopeano “O Imaculado” parece ter perdido o juízo de vez. O homem anda empenhado em processar até o vento se ele soprar uma verdade sobre sua “ilibada” conduta. O doutor deu um “piti” tão grande que o povo já se pergunta: será que ele carrega uma Constituição própria debaixo do braço? Pelo andar da carruagem, em breve teremos o lançamento da “Constituição Lopeana”, onde o Artigo Primeiro reza que a realidade está proibida de acontecer sem a autorização de sua excelência. Brigar contra fatos é como tentar enxugar gelo no sol de meio-dia: só serve para passar vergonha no crédito e no débito.
Maratona de Obstáculos
Já o nosso Bruninho “Sangue-Azul”, anda mais perdido que cego em tiroteio tentando achar um único palmo de asfalto liso para tirar uma foto e fingir que trabalha. A última do “herdeiro” foi anunciar uma corrida de rua na cidade. Ora, com as ruas tomadas pelo lamaçal, pelos buracos e pelo mato, o evento deveria se chamar “Trilha de Sobrevivência”. E fica o aviso: se chover, a modalidade vira natação em águas abertas no meio do cruzamento! A dúvida que fica é se Bruninho “Sangue-Azul” vai aparecer para dar a largada montado em um de seus cavalos de 4 milhões de reais. Se o cavalo soubesse o preço dos impostos do povo, ele mesmo pedia exoneração.
Silêncio de Filtro
Enquanto isso, o Samuka da Mídia deu um tempo nos filtros de alegria e dos engajamentos. Após o episódio lamentável do jovem esfaqueada, o “Doutor dos Stories” ficou em um silêncio ensurdecedor. Para quem acha que gestão de saúde é apenas despachar uma ambulância e lavar as mãos, a realidade bateu à porta sem filtro e sem edição. Parece que, quando o problema não cabe em um vídeo de 15 segundos com música animada, o rapaz da mídia perde o sinal da conexão. Apoio à família? Assistência real? Isso não gera like, então, para ele, não existe.
O Tabuleiro Humano
Para fechar o balaiado com chave de latão, o Rafinha Ligeirinho do Leite resolveu ser sincero até demais. Em um momento de pura soberba, deixou claro o que pensa de quem carrega a prefeitura nas costas: para ele, servidor contratado é apenas “peça de jogo político”. É o famoso pensamento do bajulador profissional, que enxerga o trabalhador não como pai ou mãe de família, mas como um degrau sujo para ele subir e tentar aparecer na foto do prefeito. Para o Ligeirinho Jr, a política não é serviço público, é o seu parquinho particular de diversões, onde o povo é o brinquedo que ele usa e descarta.
Fica aqui o registro das grandezas e das baixezas deste reino da Vila do Bambu Oco. Voltaremos no próximo sábado para narrar as proezas desses heróis de barro e desses doutores de vento. Um brinde ao povo que aguenta tudo isso sem perder a graça, pois o balaiado continua e o desfile de carapuças apenas começou! Até o próximo ato desta comédia humana no Leste de Cá!”




