Resenha de Sábado: O Balaiado da Gestão 12
Dinheiro na mão, traição no palácio e piriri no sindicato!
O NOVO INTEGRANTE DO TABULEIRO: ODERLAN DO PIX
O novo integrante do tabuleiro é o “Oderlan do Pix”, o vigia com vergonha da farda que exige ser chamado de doutor sob o lema: “se falar de mim, eu te processo!”. A sua fama de gestor é antiga, no passado, conseguiu a proeza de falir até uma vendinha de peças de bicicleta. Hoje, em um sindicato, ele virou o “Rei do Pix Ligeiro”, limpando o cofre dos trabalhadores na calada da noite enquanto funciona como o passa-pano oficial do Sangue-Azul. Mas a banca de valente só dura até o povo cobrar as contas, aí o estômago azeda e ele sai em desabalada carreira rumo ao banheiro, provando que sua arrogância não resiste a uma crise de piriri!
A ESTREIA DO ODERLAN DO PIX NO MEIO DO POVO
O “Oderlan do Pix” resolveu se intrometer em um evento recente nas proximidades da Vila, mas o tiro saiu pela culatra. Querendo dar ordens e meter o bico nos assuntos alheios, o vigia-doutor acabou perdendo a banca quando o povo perdeu a paciência. Bastou ele falar para uma galera abrir o verbo e gritar “Ladrão!” no meio de todo mundo, fazendo o cabra lembrar na hora dos pixxxx. Com o coro de “Vai te embora, ladrão!” ecoando, a cara dele nem mexeu, mas o estômago sentiu o baque. O homem saiu dali em desabalada carreira direto para o banheiro mais próximo, provando que sua pose não aguenta a pressão do povo!
O PREÇO DA SIMPATIA COMPRADA
O desespero do ‘Bruninho Sangue-Azul’ bateu no teto ao ver sua popularidade despencar ladeira abaixo no meio do povo, abrindo um rombo que nem reza braba parecia fechar. Para tentar estancar a sangria, o homem abriu os cofres e o boato que corre na Vila é que já se foi quase meio milhão de reais só para tentar comprar o apoio e o sorriso de quem antes nem olhava na cara dele. O pior dessa presepada é que o tiro tem tudo para sair pela culatra, a dinheirama está correndo frouxa, mas o povo que aceita não quer saber de simpatia, indo atrás apenas do faz-me-rir. Bruninho parece esquecer que fidelidade comprada só dura enquanto o bolso está cheio, e que no banquete das vaidades da Vila do Bambu Oco, quem vai pelo dinheiro, vai embora assim que a música para de tocar!
A DANÇA DAS DUAS CADEIRAS E A TRAIÇÃO PALACIANA
Para completar o balaio de presepadas, o ‘Bruninho Sangue-Azul’ agora resolveu jogar em dois tabuleiros ao mesmo tempo, mostrando que sua palavra vale menos que nota de três reais. No meio dessa dinheirama derramada nos últimos dias, o boato que corre forte nos bastidores é que um dos acordos fechados a peso de ouro tem uma cláusula secreta, o aliado comprado vai tocar a campanha de um candidato totalmente diferente daquele que é o queridinho do palácio da capital. É o legítimo jogo duplo, onde o Sangue-Azul finge amizade na frente dos grandes caciques, mas por trás, banca a discórdia e joga contra o próprio grupo. Com essa manobra, ele prova para a Vila inteira que não tem fidelidade a ninguém e que é capaz de trair até quem lhe deu a mão, deixando claro que no altar das suas vaidades, o aliado de hoje é a janta de amanhã!
E assim se fecha mais uma semana na Vila, onde o dinheiro não compra o povo e a arrogância desce correndo pro banheiro. Até a próxima, com mais nós cegos para desatar!




