Marketing de Fachada: Prefeito de Coelho Neto celebra 01 ônibus novo enquanto frota escolar apodrece no pátio
Enquanto a gestão Bruno Silva tenta emplacar narrativa de "avanço", a realidade das garagens da Secretaria de Educação revela o abandono de dezenas de veículos que viraram sucata sob o sol.
No último dia 2 de abril, o prefeito Bruno Silva utilizou suas redes sociais para fazer o que mais gosta: propaganda. O anúncio da vez foi a chegada de um único ônibus escolar, enviado pelo Governo Federal. No discurso, palavras bonitas sobre “compromisso renovado” e “parcerias que fazem a educação avançar”. No entanto, para o cidadão que conhece os bastidores de Coelho Neto, a conta não fecha e o otimismo do prefeito soa como um insulto à inteligência do povo.
A Matemática do Abandono
A pergunta que não quer calar é: como falar em “renovação” quando a frota própria do município está, em sua grande maioria, sucateada? O que o prefeito chama de avanço é, na verdade, uma tentativa desesperada de tapar o sol com a peneira.
1 Veículo Novo: A “conquista” celebrada com fotos e sorrisos.
Dezenas de Veículos Abandonados: Ônibus doados em gestões e convênios anteriores que hoje servem apenas como depósitos de ferrugem e ninhos de ratos na garagem da educação.
Renovar ou Apenas Substituir o que foi Destruído?
A estratégia da atual gestão parece ser a do “descarte”. Em vez de zelar pelo patrimônio público e realizar a manutenção preventiva dos ônibus que já pertencem ao município, a prefeitura deixa os veículos chegarem ao estado de perda total para depois celebrar a chegada de uma unidade nova como se fosse uma revolução tecnológica.
É o nosso compromisso renovado”, afirmou o prefeito. Mas que compromisso é esse que deixa dezenas de ônibus parados, privando centenas de alunos de um transporte digno e seguro?
O Custo da Ineficiência
Manter uma frota sucateada não é apenas um problema logístico, é um crime contra o dinheiro público. Cada ônibus que deixa de rodar por falta de manutenção é um investimento do Governo Federal e do Município que vai para o lixo.
Enquanto o prefeito foca na foto ao lado do ônibus novo, a população de Coelho Neto fica com as perguntas:
Por que a frota antiga não foi preservada?
Quanto custaria consertar o que já temos em vez de depender apenas de doaçoes enviadas de Brasília?
Até quando a educação será tratada como peça de marketing enquanto o patrimônio apodrece no pátio?
A “renovação” de Bruno Silva é, na verdade, a maquiagem de um abandono. Um ônibus novo não apaga o rastro de destruição de uma frota inteira que parou de circular por incompetência administrativa. Para quem vive a realidade das estradas e da educação no dia a dia, um ônibus é pouco, e o descaso é muito.
Só cuida de verdade quem mora aqui. Prefeito ‘turista’ não conhece a nossa realidade e não vive a nossa dor.
Coelho Neto quer alguém que seja daqui e esteja aqui!










