Resenha de Sábado: O Balaiado da Gestão 17
Lapada de Advogado, Máfia do Pix e o Titanic do Palácio!
SÓ CHICOTE PARA OS ALIADOS!
A chapa esquentou de vez na Vila! Depois da lapada do advogado e do golpe no bolso com o corte dos salários pela metade, a revolta dos apoiadores do Menino explodiu de ponta a ponta. Seja nas conversas de corredor no palácio, nas rodas de amigos, nas escolas ou até no balcão do bar, o chororô é o mesmo, a sensação de que o Menino só estende o tapete Azul e enche o bolso de quem era da oposição, enquanto para a própria base que comeu poeira com ele, a recompensa é só estalo de chicote e rédea curta!
A mágoa corre solta e a pergunta que não quer calar na Vila é, Até quando os fiéis escudeiros vão aguentar apanhar calados vendo os antigos rivais levarem o filé mignon?
O DESPERDÍCIO DE UM LADO E O BOLSO VAZIO DO OUTRO
A insatisfação na Vila só aumenta e o contraste não poderia ser mais revoltante. Enquanto os profissionais da saúde amargam salários atrasados e trabalham no sufoco sem ver a cor do dinheiro que produziram, nos bastidores o Menino queima fortuna, com conversas de valores na casa dos 300 mil, para comprar o apoio de quem antes falava mal dele. Para piorar, por fazerem parte da base, os trabalhadores da saúde se veem de mãos atadas, obrigados a engolir a seco e aguentar o descaso em silêncio para não sofrerem retaliações. A conta simplesmente não fecha e o sentimento geral é de que a prioridade do palácio está totalmente invertida!
O MENDIGO DE BÊNÇÃO E O MISTÉRIO DO PIX
E na comédia da vida pública da Vila, a galeria de figuras folclóricas ganhou mais um destaque de peso! Quem virou atração principal é o famoso “Oderlan do Pix”, sujeito que anda engomado, pose de sério e peito estufado querendo parecer autoridade de alta plumagem, mas não perde um único evento para se amostrar e bater palmas. O homem passa o dia de pires na mão, mendigando a bênção e o afeto do Menino, enquanto o trabalho de fato que é bom… nem sinal! Para completar a lambança, traz nas costas o apelido carinhoso que vem de uma série de Pix misteriosos que nunca ninguém viu explicação, seria desvio ou mágica? O povo da Vila, que de bobo não tem nada, assiste ao espetáculo e avisa, quando o reinado do Menino acabar, essa sumidade vai virar um moribundo político no canto da parede, sem ter para quem esticar o pires e sem chave Pix que salve!
A CHICOTEADA CONTINUA E O VAQUEIRO ACEITA O RÉDEA CURTA!
A novela política da Vila ganhou mais um capítulo de pura humilhação! Depois de o Menino ter tirado o “Vaqueiro do Caos” de um cargo de alto escalão sob o carimbo de incompetente, o massacre não parou por aí. Para pisar ainda mais fundo, o Menino ofereceu uma cadeira de consolação, um cargo bem menor, e o Vaqueiro, demonstrando uma obediência cega, abanou o rabo e aceitou sem piscar! Nos corredores do palácio, a fofoca é uma só, a estratégia do Menino é minar o espaço do Vaqueiro aos poucos até apagar seu nome da memória do povo, decretando a sua morte política definitiva. Mas o Vaqueiro, feito caboclo ingênuo, não percebeu a armadilha, vestiu o cabresto e foi sorrindo para o próprio enterro político!
E assim fechamos a conta por hoje! Com a base na chibata, a saúde no aperto, Pix sem explicação e o Vaqueiro do Caos no cabresto, a barca da Vila segue ladeira abaixo. Quem tiver juízo que se segure, porque o próximo capítulo promete… Até o próximo sábado!




